O cravo que te roseia
Covalente seja nossa químicaCrônica cardíaca de um amor subestimado
Atrasada demais pra entender metáforas dignas
Pontual como o pôr do sol pela janela
Sentir rasgar o peito pra quem fica
Mas custa causa a pergunta
Quem estava?
Sufoquei de porta aberta
Mergulhei no raso trato
Incessante como a chama na brasa do beck
De se queimar com a ponta na boca
Piteira de versos
Estar contigo é dar mão ao perigo
Perito zona da leste
Teste que reste muito amor pra ressignificar
Pouca vontade de aceitar que não deu certo
É tipo tomar cuidado entre o vão do destrate e a saudade
Ponte sucinta pra versos criados
Tempo ligeiro e folgado
Pedi explicação e me deu espaço
Dedicar gravura em versos na alma
Como dois sorrisos lançados
Nos encaixes das faltas
Teimosia minha armazenar na mente
Paixão de frasco
Foi -se a época em que nos amávamos
Sinto sua falta
Mas,tenho lástima por afetos flascidos
Dizer a quem pergunta
O quanto me revira a cabeça
Sejamos poetas singelos
Tu escreve ou encrava o cravo te roseia?
~JuhCruz

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