Vamos ter que descer dessa torre, escorregar e quase morrer de fome Serei veterana Eu recito Eu vestígio Eu martírio do que está porvir Eu sou íntimo dos tropeços que me assombram Pelo vale das sombras Minha boca tem paladar vitalício do gosto amargo Enquanto a cidade desmorona ,eu sinto sua falta O copo que prometeu te embriagar,não me prometeu amparo As juras de amor não se encontram mais vivas aos detalhes Que todas nossas faltas,não nos coloquem mais em caixas e nem torres A liberdade condenou minha falsa expressão de autonomia Eu transmuto,eu transmito poesia Sou as rochas cinzentas da superfície Entrego cartas aos ventos que sussurram o despertar da razão e acordes em meus ouvidos Onde o amor cava afundo ,faz birra e moradia Sejam românticos os adeptos Meu ser comporta o mais profundo dos afetos Faceto gesto de ir embora e evitar despedidas impe...