O desacato no pulo da torre,
Foi embriagar-se no vasto encontro dos olhos
Pelas trilhas que sucedem o desejo que comporta
Aperta essa falta que tenta descrever no verso
Recolhe os corações partidos e as conveniências avoadas nos galhos
Despida de si com as as pernas suspensas
Pula de teimosia em anseios
por caricatas confidências trocadas
Sente estreito por passar pelas frestas
Costura os suspiros e a imensidão dos bem-aventurados
O amor desacompanhado compele além das vestes
Reveste o molhado do beijo
e o úmido do corpo que vira copo
Uma doença grave na coluna
Diagnóstico:
[ Cronista das entrelinhas em cada desacato
Tentou escrever ao tempo a
confusão de um presságio ]
/JuhCruz

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