Maria do Rosário Pedreira, O MEU CORPO HUMANO, edição Quetzalm.
Coração de poeta é um marujo apaixonado
Velejando a noite enorme na pele que habito
Navegando distraído do leme ao Leminski
É tipo olhar pro momento pra dizer o que sinto
Nos olhos que se beijam o amor em movimento
Altos e baixos envolvem um corpo efêmero
silhuetas ,ampulhetas e a moldura pro meu jardim suspenso
Um acorde pro samba de veloso
tempo de amor e tempo de recuar a urgência
Concentrar o equilíbrio e respeitar as vivências
Deixo e recebo um tanto no mistério do planeta
Cansei de ser cobaia para o teste da faca
Calço minhas sandálias douradas
e sigo pra encontrar meu amor em jacumã, só de bobeira
De onde nascem os sambas ,eu sei
Navegando como sou
amando como posso
Arrasto a chinela a noite toda
e só vou embora se meu Bebeto me chama.
/JuhCruz
Concentrar o equilíbrio e respeitar as vivências
Deixo e recebo um tanto no mistério do planeta
Cansei de ser cobaia para o teste da faca
Calço minhas sandálias douradas
e sigo pra encontrar meu amor em jacumã, só de bobeira
De onde nascem os sambas ,eu sei
Navegando como sou
amando como posso
Arrasto a chinela a noite toda
e só vou embora se meu Bebeto me chama.
/JuhCruz

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